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Palavra do Pastor

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

26 de set de 2014

Brasil tem patronos dos Catequistas e dos Químicos

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé confirmou São José de Anchieta como patrono dos catequistas do Brasil e o beato Francisco de Paula Castelló i Aleu como  patrono dos profissionais Químicos do Brasil. A decisão foi tomada atendendo ao pedido do arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, feito em julho de 2013.

Dom Damasceno alegou em sua solicitação a “veneração fervorosa e contínua” dada pelo clero e dioceses do país ao santo que “se dedicou ao ensino e à transmissão da catequese no território brasileiro” e ao bem-aventurado “que não hesitou doar a sua vida totalmente a Cristo”.

São José de Anchieta

Canonizado pelo papa Francisco, no dia 03 de abril de 2014, o chamado Apóstolo do Brasil é considerado pelo presidente da CNBB um modelo evangelizador e missionário. “Nos ensinou que o Evangelho, ao ser anunciado, deve ser inculturado, levando em conta a cultura das pessoas ao qual se destina”, disse dom Damasceno na ocasião da canonização.

Natural de Tenerife, nas Ilhas de Canárias, na Espanha, Anchieta nasceu no dia 19 de março de 1534 e chegou ao Brasil em 1553. Foi responsável pela criação do colégio de Piratininga no dia 25 de janeiro de 1554, que deu origem à cidade de São Paulo.

No decorrer de sua vida, o santo passou por lugares como São Paulo, Espírito Santo e Bahia propagando os ensinamentos do Evangelho. Faleceu na cidade de Reritiba (atual Anchieta, no Estado do Espírito Santo), em 9 de junho de 1597.

Beato Francisco de Paula Castelló i Aleu

Francês da cidade de Alicante, o beato nasceu em 19 de abril de 1914. Considerado mártir, Francisco Castelló foi condenado à morte por não negar sua fé católica. Em 1936, diante de um Tribunal Popular, respondia às perguntas dizendo com firmeza: “Sim, sou católico”. A relação com os químicos surge de sua formação em Química pela Universidade de Oviedo, no Principado de Astúrias, na Espanha.

Francisco de Paula Castelló i Aleu atuou em sua vida religiosa com pobres e trabalhadores. Faltando algumas horas para ser fuzilado, o beato escreveu uma carta a um amigo, padre Galán, entregando o seu “pobre testamento intelectual”, no qual havia um projeto de “compressor de amoníaco”.

São João Paulo II foi o responsável pela sua beatificação, em 11 de março de 2001. Em sua homilia, ressaltou o testemunho de mártir. “Ofereceu a sua juventude em sacrifício de amor a Deus e aos irmãos”, disse João Paulo II.

Fonte: CNBB

23 de set de 2014

Encontro Nacional de Formadores de Seminário Menor e Propedêutico

A Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada (CMOVC), da CNBB, através da OSIB Nacional, realiza nestes dias, de 22 a 26 de setembro de 2014, Encontro Nacional de Formadores de Seminário Menor e Propedêutico. 

O encontro acontece em Aparecida, São Paulo, no Seminário Santo Afonso. O tema que está sendo refletido é “O papel da família no Seminário Menor e Propedêutico. A família, o Seminário e os novos tempos”. O assessor é o Pe. Lucas Rosa da Silva - Presidente da OSIB Regional Sul 1 e presbítero da Diocese de São José dos Campos, SP. Entre os participantes estão formadores de alguns Regionais da Igreja no Brasil.

Os objetivos do encontro: 
 
- Buscar elementos que possibilitem um adequado acompanhamento por parte dos formadores.
 - Favorecer melhor interação entre os formandos, a formação e a família.
 - Trabalhar as várias dimensões do processo formativo de tal forma que ajudem no enfrentamento e superação dos conflitos emergentes. 

Assim diz o Documento 93 da CNBB, no número 109, 3: "Uma responsabilidade particular é cofiada à família cristã que, em virtude do sacramento do matrimônio, participa na missão educativa da Igreja (...) Ela (a família) é a primeira comunidade eclesial da formação do vocacionado”.

A OSIB tem procurado, em sua missão, ajudar os formadores dos Seminários do Brasil a entender melhor seu serviço tão importante na formação dos futuros presbíteros da Igreja no Brasil, inclusive a partir dos primeiros anos da formação presbiteral inicial.

Notícia:
Pe. Rafhael Silva Maciel
Secretário Nacional da OSIB

Simpósio sobre Vida Consagrada recordará Concílio Vaticano II




























Os desafios e perspectivas para a Vida Consagrada, presentes nas reflexões do Concílio Vaticano II, que completou 50 anos, serão abordadas no Simpósio Teológico organizado pela Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. O evento ocorrerá de 28 a 30 de outubro, no auditório do Colégio São Bento.

Entre as temáticas previstas estão “A dimensão Eclesiológica da Vida Consagrada”, “Fidelidade ao carisma e a espiritualidade”, “A vida fraterna em comunidade”, entre outros.

O papa Francisco convocou, para 2015, o Ano da Vida Consagrada, cujo início será no próximo dia 30 de novembro, com a conclusão em 2 de fevereiro de 2016. A proposta é ressaltar as várias dimensões da missão dos consagrados na Igreja. Neste contexto, o Seminário Teológico será uma oportunidade de aprofundar alguns dos princípios relevantes que devem nortear a vida consagrada, além de um espaço para  avaliação dos desafios e perspectivas.

As conferências serão ministradas por padres e bispos, entre eles, cardeal Orani João Tempesta, dom Murilo Krieger, dom Jaime Spengler, dom Giovanni Crippa, dom Filipe da Silva, dom Airton José dos Santos, dom Paulo Cezar Costa, padre Antônio Robson Gonçalves.

Informações e inscrições pelo site ou pelo telefone: (21) 2206-8281

Fonte: CNBB

Movimento Serra no Brasil comemora 50 anos

Criado no Brasil em 1964, o Movimento Serra celebra, em 2014, 50 anos. Trata-se de um movimento da Igreja Católica formado por cristãos leigos, homens e mulheres que se dedicam ao serviço vocacional. Seus membros reúnem-se para rezar e trabalhar pelas vocações, vocacionados e consagrados. 

Para celebrar a data,  nos dias 15 e 16 de novembro será realizada a 27ª Romaria Nacional do Movimento Serra do Brasil, que irá até Aparecida (SP), e terá o arcebispo emérito de São Paulo, cardeal dom Claudio Hummes, como um dos palestrantes, acompanhado do assistente episcopal do movimento, dom Angélico Bernardino.

O aniversário também foi comemorado em agosto durante a 27ª Convenção Nacional, que reuniu, bispos, presbíteros, diáconos, religiosos e mais 500 membros do Movimento Serra no Brasil. A convenção ocorreu em Florianópolis (SC). 

Com informações do Movimento Serra no Brasil

Fonte: CNBB

16 de set de 2014

Palavra do Pastor: “Simpósio Arquidiocesano no Ano da Esperança”

Nas comemorações do Jubileu Áureo do Concílio Vaticano II, realizamos no ano 2013, o ANO DA FÉ, um Simpósio Arquidiocesano da Fé para a formação dos fiéis: sacerdotes, ministros eclesiais, religiosos e religiosas, leigos e leigas.

Nas três virtudes teologais da FÉ, ESPERANÇA e CARIDADE, contempladas pelos nossos últimos papas em encíclicas: Lumen Fidei, Spe Salvi, Deus Caritas est, cartas pastorais solenes e referenciais – procuraremos refazer-nos nos fundamentos da vida cristã e no amadurecimento de sua doutrina.

Este processo de formação eclesial sintoniza-se com a celebração do Jubileu Centenário da Arquidiocese de Fortaleza.

Neste ANO DA ESPERANÇA realizaremos um Simpósio Arquidiocesano sobre a Esperança (dias 20 e 21 de setembro) e em 2015 sobre a Caridade – no ANO DA CARIDADE – Ano Jubilar Centenário da Arquidiocese de Fortaleza.

Além de reflexões sobre a Esperança na Bíblia, a Esperança na Tradição da Igreja e a Esperança e o Concílio Vaticano II, testemunhos pessoais e comunitários dos caminhos da Esperança serão oportunidade de verdadeira experiência de comunhão eclesial e de encontro com Jesus, do qual tudo parte e no qual tudo se realiza.

Do Santo Padre Papa Emérito Bento XVI recebemos a Encíclica Spe Salvi – Salvos na Esperança. É ele que coloca a questão para todos nós cristãos: “1. ‘SPE SALVI facti sumus’ – ‘é na esperança que fomos salvos’: diz São Paulo aos Romanos e a nós também (Rm 8,24) . A ‘redenção’, a salvação, segundo a fé cristã, não é um simples dado de fato. A redenção nos é oferecida no sentido que nos foi dada a esperança, uma esperança fidedigna, graças à qual podemos enfrentar o nosso tempo presente: o presente, ainda que custoso, pode ser vivido e aceite, se levar a uma meta e se pudermos estar seguros desta meta, se esta meta for tão grande que justifique a canseira do caminho. E imediatamente se levanta a questão: mas de que gênero é uma tal esperança para poder justificar a afirmação segundo a qual a partir dela, e simplesmente porque ela existe, nós fomos redimidos? E de que tipo de certeza se trata?”

Sabemos pela Palavra de Deus, pelos ensinamentos que dela tira a Igreja (vide Catecismo da Igreja Católica), que: “1817. A esperança é a virtude teologal pela qual desejamos como nossa felicidade o Reino dos Céus e a Vida Eterna, pondo nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos não em nossas forcas, mas no socorro da graça do Espírito Santo. ‘Continuemos a afirmar nossa esperança, porque é fiel quem fez a promessa’ (Hb 10,23). ‘Este Espírito que ele ricamente derramou sobre nós, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que fossemos justificados por sua graça e nos tornássemos herdeiros da esperança da vida eterna’ (Tt 3,6-7). 1818. A virtude da esperança responde a aspiração de felicidade colocada por Deus no coração de todo homem; assume as esperanças que inspiram as atividades dos homens; purifica-as, para ordená-las ao Reino dos Céus; protege contra o desânimo; dá alento em todo esmorecimento; dilata o coração na expectativa da bem-aventurança eterna. O impulso da esperança preserva do egoísmo e conduz a felicidade da caridade.”.

Assim queremos nos colocar decididamente nos caminhos da Esperança Cristã. Por este caminho nos convida o Papa Francisco, quando de uma de suas meditações diárias na Santa Missa (30 de outubro de 2013) fala de “A Esperança, esta desconhecida”: “… uma virtude, que se revelou mais forte do que o sofrimento, assim como escreve são Paulo na Carta aos Romanos 8, 18-25 (18 ‘Eu penso que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória que há de ser revelada em nós. 19 De fato, toda a criação espera ansiosamente a revelação dos filhos de Deus…’). Paulo refere-se aos sofrimentos do tempo presente, mas diz que não são comparáveis com a glória futura que será revelada em nós. O apóstolo fala de ‘fervorosa expectativa’, uma tensão rumo à revelação que se refere a toda a criação. ‘Esta tensão é a esperança e viver na esperança é viver nesta tensão’, na expectativa da revelação do Filho de Deus, quando toda a criação e também cada um de nós for libertado da escravidão ‘para entrar na glória dos filhos de Deus’. A esperança é ‘a mais humilde das três virtudes (teologais), porque se esconde na vida. Vemos e sentimos a fé, sabemos o que é; praticamos a caridade, sabemos o que é. Mas o que é a esperança?’. A resposta do Papa foi: “Para nos aproximarmos mais podemos dizer em primeiro lugar que é um risco. A esperança é uma virtude perigosa, uma virtude, como diz são Paulo, de uma expectativa fervorosa pela revelação do Filho de Deus. Não é uma ilusão. É aquela que os israelitas tinham, os quais, quando foram libertados da escravidão disseram: ‘parecia que sonhávamos. Então a nossa boca abriu-se num sorriso e a nossa língua encheu-se de alegria’ (Sl 126, 1)”.

De fato, sabemos que toda a criação, e também nós com ela, ‘geme e sofre as dores de parto até hoje’.(Rm 8, 22) Não só, mas também nós, que possuímos as primícias do espírito, gememos interiormente, esperando.

Estamos na expectativa como está a mulher em parto, para seguir a imagem usada por São Paulo.  A esperança põe-se nesta dinâmica do dar a vida. A esperança ‘é uma graça que deve ser pedida’.

Viver na esperança não é estar apenas firme em uma boa vida religiosa no cumprimento de mandamentos, é carregar em si a vida nova que já está se formando. A mulher grávida não é apenas mulher, mas já está se transformando em mãe. Assim Maria, que já carrega Jesus, canta seu Magnificat (Lc 1, 46-55), porque o Poderoso faz maravilhas na humildade de sua serva. Ela é a Mãe da Santa Esperança.

+ José Antonio Aparecido Tosi Marques
Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

Arquidiocese do Rio aguarda autorização do Vaticano para iniciar beatificação de surfista

RIO - Primeiro de maio de 2009, dia de São José Operário. Véspera de seu casamento, o estudante de engenharia e surfista Eduardo Martins decidiu comemorar sua despedida de solteiro no mar do Recreio, com os amigos de surfe, entre eles o médico e seminarista Guido Schäffer. Embora as condições para a prática do esporte estivessem perfeitas — água azul turquesa, céu limpo, temperatura agradável e ondas com bom tamanho —, uma manobra acidentada pôs fim à vida do futuro padre. A prancha escorregou acertando a nuca de Guido, que morreu afogado aos 34 anos. Sua morte provocou enorme comoção. E, antes mesmo que seu corpo fosse enterrado, o seminarista passou a ser visto como o “anjo surfista”.

Agora, passados mais de cinco anos, a Arquidiocese do Rio aguarda o nada a opor do Vaticano para dar início ao processo de beatificação. A previsão é que a resposta venha até o mês que vem. O pedido foi feito em maio deste ano, mas as razões que levaram a Igreja a reivindicar seu nome para santo revelaram-se ainda na missa de corpo presente. À época, mais de duas mil pessoas se reuniram na Igreja de Nossa Senhora de Copacabana, entre elas cerca de 80 monges beneditinos, padres, fiéis e o próprio Dom Orani Tempesta, que naquele momento acabara de ser nomeado arcebispo do Rio.

— Foi uma apoteose — lembra Dom Roberto Lopes, bispo responsável pelo levantamento de possíveis candidatos a santo do Rio — A igreja ficou lotada, quase não consegui entrar de tão cheia. Naquele momento, quando morreu, Guido era um seminarista, estava cursando teologia. Mas também era médico e dedicava a vida aos pobres. Ele era uma espécie de Francisco de Assis carioca. Uma pessoa carismática e caridosa.

Segundo Dom Roberto, Guido encarna a figura de um santo genuinamente carioca. Apesar de ter nascido em Volta Redonda, viveu boa parte de sua vida em Copacabana. Apaixonado pela obra de São Francisco de Assis e pelo surfe, ele criou uma forma própria de atrair “novas ovelhas” para a fé.

— Eu era amigo do Maurício, irmão dele, que também surfava. Um dia, apareceu o Guido e logo ficamos amigos. Na época, eu tinha terminado um relacionamento e me sentia uma pessoa um pouco insensível, fria. Com apenas três semanas, ele me chamou para rezar um terço depois do surfe. Achei curioso. Depois me chamou para participar de um grupo de oração que ele havia criado na Igreja Nossa Senhora da Paz, a pedido do padre Jorjão. O grupo começou com umas 12 pessoas. Logo, viramos 150 — contou Eduardo Martins, que se casou no dia seguinte à morte do amigo com a jovem que conhecera na igreja.

Ex-campeão de ondas gigantes, vencedor do primeiro Tow-in World Cup, em 2002, o surfista Rodrigo Resende, o Monster, também conviveu com Guido durante muitos anos:

— Conheci o Guido na Faculdade de Medicina. Ele era um cara muito generoso e especial. Nós íamos para a casa dele estudar para as provas. Eram horas de estudo. Então, quando a gente dava uma paradinha para refrescar, ele vinha com a Bíblia. Era curioso, eu nunca fui muito católico, mas gostava de ouvi-lo falar. Ele tinha o dom da pregação. Sei que toda vez que eu ia para o Havaí para participar de algum campeonato, antes passava na casa dele para pedir que rezasse por mim. Não há um dia em que a gente não se lembre dele.

Médico e professor de Guido, responsável pela 4ª e 20ª Enfermarias da Santa Casa da Misericórdia na época em que ele trabalhou no hospital, Milton Arantes lembra que o seminarista o ajudou a recuperar a crença no próprio homem.

— Quando o conheci , eu tinha retornado de um período em Londres que me marcou muito. Lá, todos usavam as mesmas enfermarias, pobres e ricos, que eram espaços amplos e arejados. Quando voltei, tentei transportar para cá a mesma experiência. Só que no Brasil, um país com tamanha carga religiosa, só os ricos têm bons hospitais. Nas enfermarias da Santa Casa, só havia pobres. E muita miséria. Essa discrepância me fazia repensar a própria existência de Deus. Mas o Guido, por sua humanidade, pela maneira como ele olhava e escutava cada doente, me ajudou a recuperar essa crença. Ele me mostrou a importância de manter a fé para acreditar no ser humano — disse.

Fonte: O GLOBO

Debate da Igreja Católica reúne oito candidatos à Presidência na Basílica

Sabatina com os presidenciáveis será nesta terça-feira (16) em Aparecida. Evento contará com participação de líderes religiosos e jornalistas.

Oito candidatos à Presidência da República participam nesta terça-feira (16) do debate promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Santuário Nacional de Aparecida. A sabatina terá início às 21h30 e será a segunda vez que a entidade reúne os presidenciáveis para um debate - a primeira ocorreu nas eleições de 2010. O objetivo, segundo a Igreja, é auxiliar o eleitor a escolher seu voto.

Segundo a CNBB, os oito candidatos convidados confirmaram presença: Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Eduardo Jorge (PV), Eymael (PSDC), Levy Fidélix (PSDC), Luciana Genro (PSOL), Marina Silva (PSB) e pastor Everaldo (PSC). O critério para o convite aos candidatos foi a representação na Câmara dos Deputados.

O programa será mediado pelo jornalista Rodolpho Gamberini e transmitido por emissoras, rádios e portais católicos no país. O debate terá cerca de duas horas de duração e será dividido em cinco blocos.

Na abertura, o arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno, fará uma pergunta única, elaborada pela entidade, para todos os candidatos. A ordem de resposta seguirá a posição dos postulantes à presidência no cenário, definida em sorteio. Cada um terá dois minutos para responder. No segundo bloco, os candidatos irão responder a perguntas feitas por bispos. Oito religiosos serão sorteados para fazer os questionamentos aos candidatos, que também serão determinados por sorteio.

As questões serão relacionadas a família, uso de células tronco embrionárias, lei do aborto, saúde, reforma agrária, questões ligadas à religião, entre outros temas. Na terceira rodada, as perguntas aos candidatos serão feitas por oito jornalistas. Nestes dois blocos, cada um terá 1 minuto e 30 segundos para a resposta.

O penúltimo bloco será destinado ao confronto direto entre os candidatos e será o com maior duração - a previsão é de 41 minutos. Nesse bloco, os candidatos que farão as perguntas e o que responderão serão definidos por sorteio. Após cada pergunta, os postulantes à presidência terão direito à réplica e tréplica. Já no último bloco, com tempo de 24 minutos, os presidenciáveis terão espaço para as suas considerações finais. 

A sabatina do Santuário será acompanhada por uma plateia composta por 300 pessoas, entre convidados da CNBB e dos partidos políticos.

Créditos: (Foto: Carlos Santos/G1) 
Fonte: G1

12 de set de 2014

Vocação de Jeremias

Caríssimos leitores, estamos no mês de setembro, mês da Bíblia; por isso dedicaremos alguns artigos baseado em algumas vocações que encontramos na Sagrada Escritura. Primeiro, o porque do mês de setembro ser o mês dedicado a Bíblia: 

No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos estabeleceu setembro como o “mês da Bíblia” por várias razões importantes.

Este mês foi escolhido, porque o grande São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do hebraico e grego para o latim, tem sua memória litúrgica celebrada no dia 30 de setembro. Ele foi secretário do grande Papa São Dâmaso (366-384), que o incumbiu dessa grande obra chamada “Vulgata”, por ser usada em toda a parte. Diante disso, vejamos hoje a vocação do Profeta Jeremias; o texto foi escrito pelo Diácono Vicente Oliveira, da Arquidiocese de Fortaleza.

Dentre os relatos bíblicos sobre o chamado de Deus, é demasiado bela a inspiradora história da vocação de Jeremias. Nascido por volta de 650 a.C e de família sacerdotal, Jeremias foi chamado por Deus muito jovem; e já nos primeiros versículos do Livro, logo após sua apresentação (Jr 1, 1-3), vemos como Jeremias se tornou destinatário da Palavra do Senhor e como esta foi dirigida ao profeta: “Antes mesmo de te modelar no ventre materno, eu te conheci; antes que saísses do seio, eu te consagrei. Eu te constituí profeta para as nações” (Jr 1, 5).

Este “conhecer”, da parte do Senhor, equivale a escolher e predestinar, ou seja, Jeremias já havia sido escolhido e predestinado por Deus para ser um profeta, aquele que falaria em nome do Senhor, antes mesmo da sua concepção no seio materno. Contudo, Jeremias apresenta ao Senhor o que para ele seria uma limitação: a sua tenra idade; ao que logo foi consolado pelo Senhor: “...eu estou contigo” (Jr 1, 8).

A missão de Jeremias não seria das mais fáceis; ansioso de paz, esteve em luta constante contra reis e falsos profetas. Por isso que foi fundamental a presença de Deus em sua vida, uma vez que o Senhor o constituía sobre nações e reinos. De uma alma terna, feita para amar, foi enviado “para arrancar e destruir, para exterminar e para demolir, para construir e para plantar” (Jr 1, 10). Com a alma purificada pelo sofrimento e aberta para o contato com Deus, o profeta se torna arauto do Senhor para uma nova realidade: a Nova Aliança onde a lei deixa de ser carta puramente exterior para tornar-se inspiração que atinge o coração do homem (Jr 31, 31-34). Esta Aliança será inaugurada pelo sacrifício de Cristo. À luz da vocação de Jeremias, podemos dizer que o chamado que Deus nos faz hoje também já co-habita com Ele em Sua eternidade e já se constitui uma realidade mesmo antes da nossa existência. E, diante das nossas limitações, não nos esqueçamos que estamos nas mãos do Senhor, como a argila nas mãos do oleiro (Jr 18, 6). Sua presença santificadora e constante, isto é, a Sua graça, é que nos faz fortes para sermos sinais de contradição em um mundo cada vez mais relativista e descrente. Respondendo positivamente ao chamado de Deus seremos constituídos ministros da Nova e Eterna Aliança selada do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo “para a maior glória de Deus”.

Diácono Vicente Oliveira

1 de set de 2014

V Jornada Vocacional de Fortaleza: Somos gratos a vocês jovens!






















Queremos de modo muito especial agradecer aos jovens que estiveram na V Jornada Vocacional de Fortaleza, neste ano de 2014. Vocês também nos ajudaram a realizar está quinta jornada, nos ajudaram com a presença jovem de vocês. Obrigado pelo testemunho cristão de cada um, foi muito lindo todo o evento. Obrigado pela divulgação nas Redes Sociais, compartilhando, curtindo etc. Deus abençoe a vida e o chamado de cada um, já estamos em contagem regressiva para próxima Jornada Vocacional do ano de 2015, contamos fielmente com as orações de vocês. 

Ontem postamos a seguinte pergunta no facebook: "E aí, aqueles que foram para Jornada Vocacional o que acharam do evento, foi bacana...? comenta aí." (Iury Jhs) Estamos muito felizes por muitos comentários positivos a respeito do evento; até pediram a Jornada Vocacional Quero Mais! Bem, com as orações de vocês podemos um dia fazer essa extensão da Jornada. Rezemos!


Ei, espera, ainda temos uma pessoa muito especial que não pôde está no evento, mas que deixou uma mensagem para todos os jovens que estavam participando da Jornada Vocacional, confira esse vídeo. 


Por Equipe da Pastoral Vocacional de Fortaleza

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