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Palavra do Pastor

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

31 de out de 2014

NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DO PE. RAIMUNDO LEANDRO DE ARAÚJO

A Pastoral Vocacional da Arquidiocese manifesta o seu pesar pelo falecimento do amigo e irmão presbítero Pe. Raimundo Leandro de Araújo. O falecimento ocorreu na noite de ontem, 30 de outubro de 2014, devido a um infarto cardíaco.
Pe. Leandro exerceu o Ministério Presbiteral em nossa Arquidiocese de Fortaleza, passando por diversas Paróquias, como Pároco, tais como Paróquia São Miguel Arcanjo (Itapebuçu – Maranguape), Paróquia São Francisco de Assis (Palmácia), Paróquia N. Sra. da Conceição (Pacatuba), Paróquia N. Sra. da Penha (Maranguape) e atualmente a Paróquia São José (Lagoa Redonda – Fortaleza).
Pe. Leandro, no que toca à questão vocacional sempre se mostrou próximo dos vocacionados e seminaristas, ouvindo-os atentamente e empolgando-os com seu jeito espontâneo e contagiante no contato mais direto. Foi, sem dúvidas, um dos Padres mais fecundos em número de vocacionados aos sacerdócio que enviou para os Seminários Diocesanos e Religiosos.
Rogamos a Deus que este nosso irmão na fé e no ministério presbiteral seja no Céu, junto de Nosso Senhor Jesus Cristo um intercessor por novas, santas e numerosas vocações sacerdotais e religiosas.
As nossas preces aos familiares, a Dom José Antonio, Arcebispo de Fortaleza, e a todo povo, especialmente da Lagoa Redonda e Pacatuba, que acompanhou a vida de nosso irmão, Pe. Leandro Araújo. Agradeçamos a Deus, o dom da vida deste nosso amado irmão no presbitério e caminhemos na esperança da vida que o Crucificado-Ressuscitado nos acompanha.


Pe. Rafhael Silva Maciel
Reitor do Seminário Propedêutico 
Coord. Arquidiocesano da Pastoral Vocacional

24 de out de 2014

Irmã destaca exemplo de Madre Assunta, dedicada aos migrantes

Madre será beatificada neste sábado em São Paulo. Superiora das Scalabrinianas a apresenta como modelo de vivência do perdão, serviço e caridade

Luciane Marins, com colaboração de Jéssica Marçal
Da Redação


Neste sábado, 25, a Igreja terá uma nova beata: Madre Assunta Marchetti, cofundadora da Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo, as Scalabrinianas. Para conhecer a vida e a obra desta religiosa italiana que viveu no Brasil por mais de 50 anos, o Canção Nova em Foco conversa com irmã Neusa de Fátima Mariano, superiora geral da Congregação.

cerimônia de beatificação será na Catedral da Sé em São Paulo, neste sábado, às 10h. “Estamos com o coração em festa. O anúncio da beatificação foi feito ano passado. Desde então, já estamos em preparação. É uma preparação espiritual, na oração, reflexão, caminho de formação para celebrarmos intensamente esse grande evento”, conta irmã Neusa.

Madre Assunta chegou ao Brasil com 24 anos de idade e nunca mais voltou à sua terra natal, a Itália. Veio do seu país para acompanhar imigrantes italianos. Aqui no Brasil, a madre se dedicou especialmente ao cuidado dos mais necessitados, como os órfãos, pobres, doentes e migrantes.
“No contexto da migração, Madre Assunta desponta como esta grande figura, de uma mulher que doou sua vida na assistência e no acompanhamento aos migrantes, na fidelidade ao carisma do fundador, o beato João Batista Scalabrini.”
O então Bispo de Piacenza, preocupado com as grandes migrações que aconteciam da Europa para as Américas no final do século XIX, fundou duas Congregações para acompanhar os migrantes: a dos Padres Scalabrinianos, em 1887, e a das Irmãs Missionárias Scalabrinianas, em 1895. Madre Assunta estava entre as quatro primeiras irmãs da Congregação que vieram para o Brasil.
A primeira casa onde Madre Assunta começou esse trabalho pioneiro em São Paulo está ativa ainda hoje. O abrigo, fundado por ela e seu irmão, padre José Marchetti, em em1904, fica na Rua do Orfanato, Vila Prudente. “Foi um trabalho que ela deixa como marco. Temos essa casa que continua atendendo e dando assistência hoje. Sabemos o quanto São Paulo é uma grande cidade com uma realidade muito forte dos menores não acompanhados.”
Cerimônia de Beatificação

O rito de beatificação de Madre Assunta será presidido pelo Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato. A Missa será presidida pelo arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer.
Irmã Neusa explica que é muito significativo que a cerimônia seja em São Paulo. “Para nós é importante porque foi o ponto aonde chegou o primeiro grupo, o grupo pioneiro, aqui no Ipiranga. E aqui em São Paulo se desenvolveu todo trabalho da madre, foi onde ela viveu e morreu.”
A família do senhor Heráclides Teixeira Filho, que recebeu o milagre que levou Madre Assunta à beatificação, estará na cerimônia. “Eles terão participação efetiva dentro da celebração. Para nós é uma grande alegria,” comemora irmã Neusa.
Modelo de vida
Entre inúmeras virtudes de Madre Assunta, irmã Neusa destaca a fé inabalável. “Ela sempre dizia uma expressão em italiano: Deus vê e Deus provê! Era uma mulher de uma confiança inabalável em Deus.”
“Ela é um modelo para nós hoje, que estamos sendo tantas vezes exortados pelo Papa Francisco a viver a dimensão do perdão, da caridade, do serviço, de ser uma Igreja que vai ao encontro do outro. Modelo de missionariedade”.



Madre Assunta Marchetti será beatificada amanhã

A missa de beatificação da co-fundadora das missionárias de São Carlos Borromeu, madre Assunta Marchetti, acontece neste sábado, 25 de outubro, na catedral metropolitana de São Paulo. A celebração será presidida pelo prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Ângelo Amato, e concelebrada pelo arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, com a presença de bispos, sacerdotes, religiosos. Diversos grupos de peregrinos de diferentes lugares do Brasil participarão da cerimônia.

Sobre a vida e missão da religiosa, o cardeal Amato diz que "a caridade da madre não era ostentação, mas serviço humilde, sacrificado e paciente. É esta a herança que a beata madre Assunta Marchetti deixa não somente às suas co-irmãs, mas a todos nós. O seu convite à caridade inclui a exortação à humildade, à pobreza, à alegria”.

Para dom Odilo, a beatificação de madre Assunta é motivo de alegria não apenas para os membros da Congregação, mas para toda a Igreja. “Os cristãos beatificados ou canonizados são o belo fruto da missão e da vida da Igreja; eles realizaram de maneira extraordinária a vocação à santidade, que é de todos; são os grandes cristãos, os católicos exemplares, em cuja vida o Evangelho produziu frutos abundantes’, expressa o cardeal.

Vida e missão

Madre Assunta nasceu na Itália em 15 de agosto de 1871, em Lombrici, município de Camaiore. Foi na cidade de São Paulo que ela viveu grande parte de sua vida, dedicando-se a uma intensa ação caritativa voltada sobretudo aos imigrantes, aos doentes e às crianças órfãs ou em situação de pobreza.

“Atuou longamente no Orfanato Cristóvão Colombo da Vila Prudente, perto da igreja de São Carlos Borromeu. Com as companheiras e a mãe, consolidou a Congregação das Missionárias Scalabrinianas, que continuaram o seu ideal de dedicação aos migrantes e aos pobres. A Congregação hoje está presente em vários Estados do Brasil e também em outros países”, comenta dom Odilo.

Em 1895, madre Assunta veio ao Brasil, acompanhando sua mãe e seu irmão, o jovem padre José Marchetti, junto com algumas companheiras, que também nutriam o desejo missionário de acompanhar os imigrantes italianos no Brasil. Passou breves períodos no interior do Estado de São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Para dom Odilo, o testemunho dos santos edifica a Igreja. “Eles enfrentaram os problemas e as contradições do seu tempo, foram fiéis a Cristo e à Igreja, cristãos exemplares e cidadãos dignos. Os santos enobrecem nossa comunidade; estão perto de Deus e continuam perto de nós”, afirma.

Com informações atualizadas da Rádio Vaticano.

Fonte: CNBB

21 de out de 2014

PARABÉNS! 150 Anos do Seminário da Prainha




SEMINÁRIO DA PRAINHA: 150 ANOS
O TEMPO EM SUA DIMENSÃO HISTÓRICA, FILOSÓFICA E TEOLÓGICA.

A Arquidiocese de Fortaleza e a Faculdade Católica de Fortaleza – FCF têm a alegria de celebrar no período de 21 a 24 de outubro de 2014, a memória festiva dos 150 anos de fundação da Instituição que ficou conhecida na história eclesiástica do Ceará e do Brasil como “Seminário da Prainha”

O Seminário da Prainha abrigou, por muito tempo, os candidatos ao ministério ordenado (Seminaristas das diversas Dioceses do Ceará e de todo o Nordeste). Com o tempo veio a abertura à formação dos Leigos e Leigas, colaborando eficazmente com a sociedade, através da formação do cidadão nos âmbitos filosóficos e teológicos, sempre sobre a base dos valores evangélicos, éticos e morais.

Hoje o prédio abriga a FACULDADE CATÓLICA DE FORTALEZA (criada pelo Sr. Arcebispo de Fortaleza e Chanceler, Dom José Antônio Tosi Marques, em 28 de agosto de 2009), e ainda concentra a MITRA ARQUIDIOCESANA, O TRIBUNAL ECLESIÁSTICO E A IGREJA DA PRAINHA (Nossa Senhora da Conceição e do Outeiro da Prainha).

As comemorações do Sesquicentenário de fundação do Seminário da Prainha tiveram início com a abertura solene do ano de ação de graças (18 de outubro de 2013 a 18 de outubro de 2014). Como conclusão realizaremos a XIV SEMANA FILOSÓFICO-TEOLÓGICA, com o Tema: Seminário da Prainha: 150 anos. O Tempo em sua dimensão Histórica, Filosófica e Teológica”.

DISPOMOS AQUI A PROGRAMAÇÃO

21/10 - Terça-feira
18h30 - Composição da mesa
              Atividades culturais
              A Importância do Seminário da Prainha no Contexto Cearense - Prof. Dr. 
              Gisafran Nazareno Mota Jucá.

22/10 - Quarta-feira
07h30 – Oração
               Prof. Dr. Pe. Edilberto Reis – Dimensão histórica nos primeiros 100 anos (1864-1964).
               Prof. Dr. Mons. Francisco Manfredo Thomaz Ramos – os últimos 50 anos (1964-2014).

18h00 -
 Personalidades excepcionais do Seminário da Prainha 
  – Dom Helder: As memórias de um seminarista que ganhou o mundo: 
   Dom Helder Câmara e sua experiência na Prainha – Profa. Ms. Lucy Pina. - Pe. Cícero: do Seminário ao Sertão – Prof. Dr. Francisco Régis Lopes Ramos

23/10 - Quinta-feira
07h30 – Dimensão Filosófica – Profa. Dra. Ir. Marly Carvalho (Moderadora)
               Tempo na Filosofia Antiga e Medieval – Prof. Dr. Jan G. J. ter Reegen
               Tempo na Filosofia Contemporânea – Prof. Dr. Pe. Manfredo Araújo de  Oliveira

18h30 – Homenagem aos professores remanescentes e ex-alunos.

               Coquetel

24/10 - Sexta-feira
08h00 – Dimensão Teológica – Prof. Dr. Pe. Evaristo Marcos (Moderador)
               Tempo da Graça – Prof. Dr. Pedro Rubens Ferreira Oliveira, SJ
               Profa. Dra. Maria Abrão

10h30 – Missa Solene de Encerramento.

Informações complementares: 
  • O evento é aberto a todo o povo de Deus. As pessoas que desejarem CERTIFICADO de 30h/a deverão fazer a inscrição na Secretaria da FCF, de 07h às 13h / 15h às 21h. O CERTIFICADO será entregue no final do evento;
  • Valores da INSCRIÇÃO: R$ 10,00 (Alunos da FCF matriculados em 2014.2) e R$ 20,00 (Visitantes e alunos de outras Instituições).
  • Estão Patrocinando este evento: ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA, PASTORAL DA COMUNCAÇÃO DE FORTALEZA – PASCOM e NATURÁGUA.
  • Coordenação: Prof. Dr. Pe. Evaristo Marcos, Profa. Dra. Ir. Maria Celeste de Sousa, Prof. Dr. Jan ter Reegen. 


Por: Setor Comunicação FCF
(85) 88607122.


20 de out de 2014

Martin Baani - A história de um seminarista

Enquanto o grupo Estado Islâmico avançava, ele levou o Santíssimo da igreja e fugiu.













Bombas caiam e o som da explosão enchia os corações do povo de choque e medo. Ao som de choro e atividade frenética, as pessoas arrumavam os pertences que conseguiam carregar para fugir à noite.

Em meio a tudo isso estava Martin Baani, um seminarista de 24 anos de idade. Ele começava a perceber que esta seria a última vez em Karamlesh.

Por 1.800 anos, o cristianismo teve um lar nos corações e nas mentes das pessoas desta aldeia, cheia de resquícios da antiguidade. Mas agora estava prestes a ser dominada pelo Estado Islâmico que avança em sua direção.

O celular de Martin toca: um amigo que gagueja a notícia de que a cidade vizinha de Telkaif foi dominada pelo "Da'ash" - o nome árabe para Estado Islâmico. Karamlesh certamente será a próxima. Martin corre para fora da casa de sua tia, onde está hospedado, e segue para a igreja de Santo Addai, próxima dali. Ele leva o Santíssimo, um pacote de papéis oficiais e caminha para fora da igreja. Do lado de fora um carro o espera - o padre de sua paróquia, o padre Thabet, e três outros sacerdotes. Ele entra e o carro acelera. Eles deixam Karamlesh e os últimos vestígios da presença cristã da aldeia vão com eles.

Falando com Martin na calma do Seminário de São Pedro, em Ankawa, é difícil imaginar que ele descreve algo além de um sonho ruim. Mas não há nada de sonhador na expressão de Martin. "Até o último minuto, o Pashmerga [as forças armadas curdas que protegem as aldeias] estavam nos dizendo que era seguro. Mas depois soubemos que eles estavam montando grandes armas no monte de Santa Bárbara [na borda da aldeia] e compreendemos então que a situação era muito perigosa."

Fazendo um balanço daquela terrível noite de 06 de agosto, a confiança de Martin é reforçada pela presença de outros 27 seminaristas em São Pedro, muitos deles com suas próprias histórias de fuga das garras dos militantes islâmicos.

Martin e seus colegas de sacerdócio sabem que o futuro é sombrio no que diz respeito ao cristianismo no Iraque. A comunidade de 1,5 milhão de cristãos antes de 2003 caiu para menos de 300 mil e, daqueles que permanecem, mais de um terço estão foragidos. Muitos, se não a maioria, buscam uma nova vida em um novo país.

Martin, no entanto, não é um deles. "Eu poderia facilmente ir", ele explica calmamente. "Minha família vive agora na Califórnia. Já me foi dado um visto para ir para os Estados Unidos pra visitá-los. Mas eu quero ficar. Eu não quero fugir do problema".

Martin já fez a escolha que marca os sacerdotes que decidiram permanecer no Iraque: sua vocação é para servir o povo, venha o que vier. "Temos que lutar por nossos direitos, não devemos ter medo", explica. Descrevendo em detalhes o trabalho de socorro de emergência, que tem ocupado muito de seu tempo, é fácil ver que ele sente que seu lugar é lá com as pessoas.

Martin já é um diácono. Agora, em seu último ano de teologia, a ordenação ao sacerdócio é - se Deus quiser – daqui a alguns meses.

"Agradeço por suas orações", diz Martin, ao se despedir de mim. "Contamos com o vosso apoio."

A Ajuda à Igreja que Sofre está empenhada em apoiar Martin e todos os seminaristas no Seminário de São Pedro, em Ankawa, em seu caminho para o Altar de Deus e para servir a Deus e seu povo sofredor como sacerdotes.


John Pontifex
Fonte: http://www.ais.org.br/noticias/item/773

16 de out de 2014

Igreja prepara beatificação de Paulo VI; conheça sua história




























No próximo domingo, 19, a Igreja terá um novo beato. Nossa equipe em Roma, preparou reportagens especiais sobre Giovanni Montini, o Papa Paulo VI, autor de um documento em defesa da família e da vida.

Reportagem de Danusa Rego e Wagner Ponciano


Fonte: Canção Nova

13 de out de 2014

Irmã Dulce O filme – Trailer Oficial [HD]




“Irmã Dulce” conta a emocionante história da mulher que, indicada ao Nobel, chamada em vida de “Anjo Bom da Bahia” e beatificada pela Igreja, nunca se importou com títulos. A história de uma mulher cujo único objetivo era confortar os necessitados, cuidar dos doentes, amparar os miseráveis – a qualquer custo, com a ajuda de quem fosse.

Veja o Trailer Oficial do Filme, em novembro nos cinemas: 

7 de out de 2014

Evangelho desta Quarta-feira meditado pelo Padre Rafhael Maciel














27ª Semana Comum - Quarta-feira 08/10/2014


Evangelho (Lc 11,1-4)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
1Um dia, Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos”. 2Jesus respondeu: “Quando rezardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. 3Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, 4e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação’”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Escute a meditação do evangelho feita pelo Padre Rafhael Maciel

3 de out de 2014

A resposta que você procura está na Palavra de Deus




















Às vezes a gente se pergunta, mas como é que eu vou viver a vida? Que respostas eu tenho? Como é que eu faço? A resposta à nossas inquietações estão todas na Palavra de Deus! Assista esse vídeo produzido pela Comunidade Canção Nova junto com o Padre Rafhael, Reitor do Seminário  Propedêutico da Arquidiocese de Fortaleza. 

1 de out de 2014

Dom Edmilson e seus 90 anos de vida

Dom Manuel Edmilson da Cruz, bispo emérito da diocese de Limoeiro do Norte, celebra dia  seis de outubro noventa anos. O evento será marcado por uma Missa em Ação de Graças a realizar-se às 19 horas, na Igreja da Prainha. Após a missa, a recepção será na Cúria Arquidiocesana de Fortaleza.

Informações: (85) 3231-2704; (85) 3231-9339; (85) 3047-1654.

Mais sobre dom Edmilson:

- Atividades Antes do Episcopado:
Em Sobral (de 1949-1964): Professor no Seminário Menor; no Colégio Diocesano Sobralense, no Colégio Santana; Prefeito de Disciplina, Vice-Reito.

- Atividades como Bispo:
Bispo Auxiliar de São Luís do Maranhão-MA (1966-1974); Vigário Episcopal da Forania de Brejo-MA (1966-1974); Bispo Auxiliar de Fortaleza-CE (1974-1994); Administrador Apostólico “Sede Plena” (1992-1994) e Bispo de Limoeiro do Norte-CE (1994-1998); Diretor Espiritual do Seminário de Filosofia; Orientador Educacional de um Colégio de Religiosas; Conselheiro Espiritual do ECC Regional-Ceará; Diretor Espiritual da Equipe de N. Sra; Atendimento Pastoral a 2 paróquias da Arquidiocese de Fortaleza-CE.

















Lema Episcopal: 
– “verbum caro factum” – palavra feito carne
ESCRITOS:
Comunidades Eclesiais de Base, Seu Espírito e Vida de Oração (1980); Em Co-autoria: Cantador, Poesia e Viola (1980); Política e Emprego no Brasil – Viabilidades e Alternativas (1989); Cordel: ABC do Circulismo; Meu Brasil Terra de Deus; A Briga do Cupim contra o Cristal; Louvação a Dom Aureliano (1º centenário de nascimento – 1989); II Seminário sobre o Homem e a Seca do Nordeste (1992); Inéditos: Ritmo Pascal (poesia); Tabernáculo de Deus com os Homens – Congressos Eucarísticos Internacionais e Nacionais; O Evangelho do Sertão.
Fonte: Arquidiocese de Fortaleza 

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